Este Blog, destina-se a todo aquele que ama a palavra de Deus e deseja aprende-la cada vez mais. Que Deus te Abençôe!!!
O Casamento Bíblico
O Casamento Bíblico
O padrão bíblico para o casamento é a monogamia, a heterossexualidade e a indissolubilidade.
Na sociedade pós-moderna os valores cristãos são relativizados, tenta-se descontruir e desacreditar as Escrituras. O modelo bíblico para o casamento e para a família é atacado abertamente. Alguns antropólogos, filósofos, sociólogos, psicólogos, pedagogos e teólogos se unem na tentativa de propagar um mundo onde as pessoas e a sociedade se tornam detentores de uma verdade, que não pode mais ser considerada absoluta e universal.
Vivemos no campo das ideias um vale-tudo relativista. Dessa forma, qualquer modelo de casamento é válido, qualquer modelo de família é aceito. O pior, é que um grupo que se autoproclama “minoria vitimada pela intolerância” tenta impor a sua ditadura, no propósito de calar os que pensam diferente deles.
Na atual sociedade descomprometida com os valores cristãos, “pegar” virou moda, e o descompromisso nas relações afetivas é o grande “lance”. Casar e descasar é como trocar de roupa, ou qualquer outro objeto. O divórcio tornou-se a regra. Visto que nas próximas lições o tema fidelidade, infidelidade e divórcio serão tratados (Lições 3, 6 e, 7), daremos ênfase ao princípio da heterossexualidade no casamento.
Para sustentar a ideia de legitimidade bíblica para a união ou casamento homossexual, a única alternativa de quem defende tal prática é desconsiderar ou tentar distorcer o que as Escrituras dizem sobre a questão.
Provando que a Bíblia não aprova a prática homossexual, consequentemente provaremos que o casamento heterossexual é o modelo bíblico universal e imutável. A heterossexualidade como padrão para o casamento é bastante clara no texto de Gênesis 1.27, 31 e 2.18-24. Como fica claro no texto, não é o próprio homem ou a sociedade quem determina o modelo, mas é o próprio Deus que assim o faz.
Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. (Rm 1.26-27)
Por causa disso os ativistas gays afirmam que a Bíblia é homofóbica, e em alguns casos tentam impor uma nova tradução das Escrituras, e até mesmo proibir a publicação de Bíblias que são fieis aos originais em suas traduções e versões.
Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus. (1 Co 6.9-11)
No sentido de buscar fundamentos para a causa gay, alguns ativistas tentam encontrar na Bíblia fundamentos para a prática homossexual, inclusive, reportando-se ao texto original.
Através de uma análise exegética não tendenciosa de 1 Co 6.9-11, pode-se perceber que os seus argumentos não se sustentam à luz da Palavra de Deus.
“Suave, macio ao toque, delicado [...]; um meio de luxúria contrário à natureza, efeminado.” (MULTON, Léxico grego-analítico, Cultura Cristã, 2007, p. 269);
“Efeminado, um termo técnico para o parceiro passivo em relações homossexuais.” (RIENECKER e ROGERS, Chave linguística do N.T. grego, Vida Nova, 1995, p. 297);
“Macio, roupa fina, mole, efeminado (de um homem que submete seu corpo à concupiscência desnatural).” (TAYLOR, Dicionário do N.T. grego, JUERP, 1991, p. 131)
"Tornar-se fraco, mole. 1. adj.: mole, macio: Lc 7.25; 2. subst.: a. neut. pl.: vestes macias, luxuosas: Mt 11.8; b. masc. pl.: efeminado: 1 Co 6, 9." (RUSCONI, Dicionário do Grego do Novo Testamento, Paulus, 2003, p. 294)
"Suave, suave ao toque" (em latim, mollis; em português, "molificar, emoliente"), é usado para descrever: (a) roupas (Mt 11.8, duas vezes, "finas", ARA; Lc 7.25, "delicadas"); (b) metaforicamente, num sentido ruim, diz respeito a "efeminados" (1 Co 6.10), não simplesmente acerca de um homem que pratica formas lascívia, mas, a pessoas em geral, que são culpadas do hábito dos pecados da carne, voluptuoso" (VINE; UNGER; WHITE JR., Dicionário VINE, CPAD, 2003, p. 583)
Na sociedade pós-moderna os valores cristãos são relativizados, tenta-se descontruir e desacreditar as Escrituras. O modelo bíblico para o casamento e para a família é atacado abertamente. Alguns antropólogos, filósofos, sociólogos, psicólogos, pedagogos e teólogos se unem na tentativa de propagar um mundo onde as pessoas e a sociedade se tornam detentores de uma verdade, que não pode mais ser considerada absoluta e universal.
Vivemos no campo das ideias um vale-tudo relativista. Dessa forma, qualquer modelo de casamento é válido, qualquer modelo de família é aceito. O pior, é que um grupo que se autoproclama “minoria vitimada pela intolerância” tenta impor a sua ditadura, no propósito de calar os que pensam diferente deles.
Na atual sociedade descomprometida com os valores cristãos, “pegar” virou moda, e o descompromisso nas relações afetivas é o grande “lance”. Casar e descasar é como trocar de roupa, ou qualquer outro objeto. O divórcio tornou-se a regra. Visto que nas próximas lições o tema fidelidade, infidelidade e divórcio serão tratados (Lições 3, 6 e, 7), daremos ênfase ao princípio da heterossexualidade no casamento.
Para sustentar a ideia de legitimidade bíblica para a união ou casamento homossexual, a única alternativa de quem defende tal prática é desconsiderar ou tentar distorcer o que as Escrituras dizem sobre a questão.
Provando que a Bíblia não aprova a prática homossexual, consequentemente provaremos que o casamento heterossexual é o modelo bíblico universal e imutável. A heterossexualidade como padrão para o casamento é bastante clara no texto de Gênesis 1.27, 31 e 2.18-24. Como fica claro no texto, não é o próprio homem ou a sociedade quem determina o modelo, mas é o próprio Deus que assim o faz.
A prática homossexual é claramente reprovada na Bíblia:
Com varão te não deitarás, como se fosse mulher: abominação é; (Lv 18.22)Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. (Rm 1.26-27)
Por causa disso os ativistas gays afirmam que a Bíblia é homofóbica, e em alguns casos tentam impor uma nova tradução das Escrituras, e até mesmo proibir a publicação de Bíblias que são fieis aos originais em suas traduções e versões.
A QUESTÃO HOMOSSEXUAL E A FÉ CRISTÃ CONFORME O TEXTO DE 1 CORÍNTIOS 6.9-11
No sentido de buscar fundamentos para a causa gay, alguns ativistas tentam encontrar na Bíblia fundamentos para a prática homossexual, inclusive, reportando-se ao texto original.
Através de uma análise exegética não tendenciosa de 1 Co 6.9-11, pode-se perceber que os seus argumentos não se sustentam à luz da Palavra de Deus.
Três termos merecem destaque no texto:
1 - O adjetivo pronominal, nominativo, masculino, plural μαλακοι (malakoí)
Nos principais léxicos, podemos encontrar as seguintes definições para o termo grego malakoí;“Suave, macio ao toque, delicado [...]; um meio de luxúria contrário à natureza, efeminado.” (MULTON, Léxico grego-analítico, Cultura Cristã, 2007, p. 269);
“Efeminado, um termo técnico para o parceiro passivo em relações homossexuais.” (RIENECKER e ROGERS, Chave linguística do N.T. grego, Vida Nova, 1995, p. 297);
“Macio, roupa fina, mole, efeminado (de um homem que submete seu corpo à concupiscência desnatural).” (TAYLOR, Dicionário do N.T. grego, JUERP, 1991, p. 131)
"Tornar-se fraco, mole. 1. adj.: mole, macio: Lc 7.25; 2. subst.: a. neut. pl.: vestes macias, luxuosas: Mt 11.8; b. masc. pl.: efeminado: 1 Co 6, 9." (RUSCONI, Dicionário do Grego do Novo Testamento, Paulus, 2003, p. 294)
"Suave, suave ao toque" (em latim, mollis; em português, "molificar, emoliente"), é usado para descrever: (a) roupas (Mt 11.8, duas vezes, "finas", ARA; Lc 7.25, "delicadas"); (b) metaforicamente, num sentido ruim, diz respeito a "efeminados" (1 Co 6.10), não simplesmente acerca de um homem que pratica formas lascívia, mas, a pessoas em geral, que são culpadas do hábito dos pecados da carne, voluptuoso" (VINE; UNGER; WHITE JR., Dicionário VINE, CPAD, 2003, p. 583)
Nos autores clássicos, o termo (malakia) originalmente significava "maciez", mas também veio a ser usado para homens efeminados. Nos escritores médicos, descrevia "fraqueza" ou "doença" generalizada. O uso grego posterior o vinculava com nosos, "enfermidade", para indicar a doença do corpo". (COENEN; BROWN, Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, Vida Nova, 2000, p. 884
- Almeida Revista e Atualizada: efeminados
- Nova Versão Internacional: homossexuais passivos
- Nova Tradução na Linguagem de Hoje: homossexuais
- Bíblia de Jerusalém: efeminados
“Homossexual masculino.” (BROWN e COENEN, Dicionário Internacional de Teologia do N.T, Vida Nova, p. 971)
“Um homem que tem ralações sexuais com outro homem, homossexual.” (RIENECKER e ROGERS, Chave línguística do N.T. grego, Vida Nova, 1995)
"Alguém que se deita com um macho, sodomita (1 Co 6.9; 1 Tm 1.10)." (MOULTON, Léxico Grego Analítico, Cultura Cristã, 2007, p. 59)
"Homossexual, sodomita: 1 Co 6,9." (RUSCONI, Dicionário do Grego do Novo Testamento, Paulus, 2003, p. 78)
- Almeida Revista e Atualizada: sodomitas
- Nova Versão Internacional: homossexuais ativos
- Nova Tradução na Linguagem de Hoje: homossexuais
- Bíblia de Jerusalém: sodomitas
O imperfeito expressa uma ação prolongada ou recorrente no tempo passado (MOULTON, 2007, xlix).
O verso 11 deixa claro que se espera uma nova postura e conduta por parte daqueles que viveram na prática homossexual, uma vez que mediante a fé foram lavados, santificados e justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus: “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.”
Tentar afirmar que o texto de 1 Coríntios 6.9-11 aprova a prática homossexual entre os cristão é uma agressão ao bom senso, ao texto original grego e às regras de interpretação da Bíblia.
- Negar a autoridade da Bíblia;
- Duvidar da inerrância da Bíblia;
- Acusar os escritores bíblicos de “machistas” ou “tradicionalistas”;
- Desconstruir hermeneuticamente o texto sagrado;
- Desacreditar os sérios e altamente capacitados exegetas e hermeneutas da atualidade;
- Relativizar a inspiração da Bíblia.
Moreland e Craig (Filosofia e Cosmovisão Cristã, Vida Nova, 2005, p. 509 e 510), formularam um conceito bastante elucidativo sobre o princípio da tolerância.
É exatamente este o posicionamento da Igreja cristã. Respeitamos e valorizamos a pessoa do homossexual. Não estamos questionando os seus direitos de argumentar e propagar suas ideias. Simplesmente não aceitamos suas ideias, pois as mesmas não podem ser concebidas como verdade e princípio moral à luz da Bíblia Sagrada. Nenhum cristão, desde que isento do entorpecimento intelectual e moral do “relativismo” da pós-modernidade, aceitará a homossexualidade como algo natural e aprovado por Deus.
Em se tratando do sentido moderno de tolerância, Moreland e Craig nos trazem a seguinte conceituação: “Uma pessoa não deve nem mesmo julgar os pontos de vista de outra pessoa errados.”
O movimento pró-homossexualidade se enquadra exatamente aqui. É fundamentado no sentido moderno de tolerância, sentido este nascido da mentalidade relativista pós-moderna, que acusa a igreja de intolerante. Ao adotar este posicionamento, acaba assumindo uma postura profundamente arbitrária. Deseja impor a todo custo uma “ditadura de ideias”, não admitindo nenhuma contestação ou divergência.
Não só a Bíblia Sagrada é dessa forma desrespeitada, como também, a própria Constituição da República Federativa do Brasil em seu Art. 5º. Parágrafo IV que determina:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;”
O Movimento pró-homossexualidade não deseja apenas que mudemos de ideia, deseja acima de tudo calar a nossa boca, para isso, tenta se instrumentalizar do sistema legal para atingir os seus objetivos. Como? Pressionando o poder legislativo para alterar as leis em vigor.
Alguns ativistas tentam ainda buscar no comportamento homossexual de alguns animais a base para defender que a homossexualidade é algo natural, mas se esquecem (ou não sabem) que a própria natureza foi afetada pelo pecado (Rm 8.20-22), e que a Bíblia nos recomenda a não sermos como os animais, sem entendimento: “Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não tem entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio, para que se não atirem a ti.” (Sl 32.9)
Os homossexuais devem ser amados, e aqueles que se arrependerem de seus pecados devem ser acolhidos e discipulados na igreja, sem nenhuma discriminação, mas na graça e no amor de Jesus.
As leis podem ser mudadas, dando assim aos homossexuais o direito de casarem-se, mas tal fato não invalida a Palavra de Deus, que continua sendo verdade absoluta (Jo 17.17), e que nos apresenta o casamento heterossexual como único modelo aceitável e válido diante de Deus e dos homens.
As melhores versões da Bíblia em português traduziram malakoi da seguinte maneira;
- Almeida Revista e Corrigida: efeminados- Almeida Revista e Atualizada: efeminados
- Nova Versão Internacional: homossexuais passivos
- Nova Tradução na Linguagem de Hoje: homossexuais
- Bíblia de Jerusalém: efeminados
2 - O substantivo nominativo, masculino, plural αρσενοκοιται (arsenokoitai)
Observe as definições para o termo:“Homossexual masculino.” (BROWN e COENEN, Dicionário Internacional de Teologia do N.T, Vida Nova, p. 971)
“Um homem que tem ralações sexuais com outro homem, homossexual.” (RIENECKER e ROGERS, Chave línguística do N.T. grego, Vida Nova, 1995)
"Alguém que se deita com um macho, sodomita (1 Co 6.9; 1 Tm 1.10)." (MOULTON, Léxico Grego Analítico, Cultura Cristã, 2007, p. 59)
"Homossexual, sodomita: 1 Co 6,9." (RUSCONI, Dicionário do Grego do Novo Testamento, Paulus, 2003, p. 78)
As principais versões da Bíblia em português traduziram o termo conforme abaixo:
- Almeida Revista e Corrigida: sodomitas- Almeida Revista e Atualizada: sodomitas
- Nova Versão Internacional: homossexuais ativos
- Nova Tradução na Linguagem de Hoje: homossexuais
- Bíblia de Jerusalém: sodomitas
3- O verbo indicativo, imperfeito, acusativo ητε (ête)
O verbo grego ête foi traduzido por “fostes” (ARA), “têm sido” (ARC), “eram” (NTLH), “foram” (NVI) e “fostes” (Bíblia de Jerusalém).O imperfeito expressa uma ação prolongada ou recorrente no tempo passado (MOULTON, 2007, xlix).
O verso 11 deixa claro que se espera uma nova postura e conduta por parte daqueles que viveram na prática homossexual, uma vez que mediante a fé foram lavados, santificados e justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus: “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.”
Tentar afirmar que o texto de 1 Coríntios 6.9-11 aprova a prática homossexual entre os cristão é uma agressão ao bom senso, ao texto original grego e às regras de interpretação da Bíblia.
Sendo assim, os teólogos que tentam encontrar na exegese e na hermenêutica bíblica os fundamentos para defender tal ideia, precisariam:
- Forçar a interpretação do texto (eisegese);- Negar a autoridade da Bíblia;
- Duvidar da inerrância da Bíblia;
- Acusar os escritores bíblicos de “machistas” ou “tradicionalistas”;
- Desconstruir hermeneuticamente o texto sagrado;
- Desacreditar os sérios e altamente capacitados exegetas e hermeneutas da atualidade;
- Relativizar a inspiração da Bíblia.
A FALÁCIA DO ARGUMENTO DA INTOLERÂNCIA CONTRA OS HOMOSSEXUAIS
Você sabe o que significa INTOLERÂNCIA? É com esse termo que constantemente o movimento pró-homossexualidade vem atacando a Igreja cristã.Moreland e Craig (Filosofia e Cosmovisão Cristã, Vida Nova, 2005, p. 509 e 510), formularam um conceito bastante elucidativo sobre o princípio da tolerância.
Segundo eles, há um sentido clássico do princípio de tolerância:
“onde uma pessoa declara que seu conceito moral é verdadeiro e o de seus oponentes falso. Ainda assim, essa pessoa respeita os oponentes como pessoas e seus direitos de defender seus pontos de vista. Desse modo, a pessoa tem a tarefa de tolerar um conceito moral diferente, não no sentido de achar que seja moralmente correto, mas ao contrário, no sentido de continuar a valorizar e respeitar seu oponente, tratá-lo com dignidade, reconhecer seu direito de argumentar e de propagar suas ideias.”É exatamente este o posicionamento da Igreja cristã. Respeitamos e valorizamos a pessoa do homossexual. Não estamos questionando os seus direitos de argumentar e propagar suas ideias. Simplesmente não aceitamos suas ideias, pois as mesmas não podem ser concebidas como verdade e princípio moral à luz da Bíblia Sagrada. Nenhum cristão, desde que isento do entorpecimento intelectual e moral do “relativismo” da pós-modernidade, aceitará a homossexualidade como algo natural e aprovado por Deus.
Em se tratando do sentido moderno de tolerância, Moreland e Craig nos trazem a seguinte conceituação: “Uma pessoa não deve nem mesmo julgar os pontos de vista de outra pessoa errados.”
O movimento pró-homossexualidade se enquadra exatamente aqui. É fundamentado no sentido moderno de tolerância, sentido este nascido da mentalidade relativista pós-moderna, que acusa a igreja de intolerante. Ao adotar este posicionamento, acaba assumindo uma postura profundamente arbitrária. Deseja impor a todo custo uma “ditadura de ideias”, não admitindo nenhuma contestação ou divergência.
Não só a Bíblia Sagrada é dessa forma desrespeitada, como também, a própria Constituição da República Federativa do Brasil em seu Art. 5º. Parágrafo IV que determina:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;”
O Movimento pró-homossexualidade não deseja apenas que mudemos de ideia, deseja acima de tudo calar a nossa boca, para isso, tenta se instrumentalizar do sistema legal para atingir os seus objetivos. Como? Pressionando o poder legislativo para alterar as leis em vigor.
Alguns ativistas tentam ainda buscar no comportamento homossexual de alguns animais a base para defender que a homossexualidade é algo natural, mas se esquecem (ou não sabem) que a própria natureza foi afetada pelo pecado (Rm 8.20-22), e que a Bíblia nos recomenda a não sermos como os animais, sem entendimento: “Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não tem entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio, para que se não atirem a ti.” (Sl 32.9)
Os homossexuais devem ser amados, e aqueles que se arrependerem de seus pecados devem ser acolhidos e discipulados na igreja, sem nenhuma discriminação, mas na graça e no amor de Jesus.
As leis podem ser mudadas, dando assim aos homossexuais o direito de casarem-se, mas tal fato não invalida a Palavra de Deus, que continua sendo verdade absoluta (Jo 17.17), e que nos apresenta o casamento heterossexual como único modelo aceitável e válido diante de Deus e dos homens.
Desmascarando o Espírito de Jezabel
14 características do Espírito de Jezabel
Eis aqui algumas características que acompanham a operação desse espírito demoníaco.
Lembre-se que as pessoas fortemente influenciadas pelo espírito de Jezabel apresentarão muitas delas, num momento ou outro, embora não necessariamente na ordem descrita. Uma característica isolada não indica que alguém tenha o espírito de Jezabel. Pode significar apenas que a pessoa é emocional e espiritualmente imatura. No entanto, sempre que houver uma combinação de várias dentre as 14 características relacionadas, isso será uma forte evidencia de que o indivíduo esteja debaixo de influência maligna.
Lembremos também que uma característica pode ser bem visível enquanto outra pode estar oculta, mas mesmo assim mostrar-se bem acentuada.
Uma manifestação prolongada de qualquer uma dessas características exige uma avaliação mais atenta do indivíduo e da situação.
1- Embora a princípio seja difícil perceber, o indivíduo sente-se profundamente ameaçado pelos profetas, os quais são seu principal alvo.
Embora ele pareça ter o dom de profecia, seu alvo na verdade é controlar aqueles que se movem na esfera profética.
2- Para aumentar seu favor, o indivíduo muitas vezes se aproxima do pastor e dos líderes locais e depois busca encontrar o elo mais fraco afim de dominá-lo. Seu objetivo final é governar toda igreja.
3- Em busca de reconhecimento do pastor e dos membros, o indivíduo forma associações estratégicas com pessoas que são reconhecidas como espirituais e têm influência na igreja.
4- Para parecer espiritual, o indivíduo busca reconhecimento manipulando as coisas e buscando tirar vantagem. Muitas vezes, compartilha sonhos e visões provenientes de sua própria imaginação ou que ouviu de outros.
5- Quando o indivíduo recebe um reconhecimento inicial, geralmente responde com falsa humildade. No entanto, tal atitude não dura muito.
6- Quando é confrontado, o indivíduo se coloca na defensiva. Ele justifica suas ações com frases do tipo "Estou obedecendo a Deus" ou "Deus me disse para fazer isso".
7- Muitas vezes, o indivíduo alega ter grandes revelações espirituais sobre o governo da igreja, mas não busca autoridades legítimas. Em geral, primeiro compartilha suas opiniões com outras pessoas. Sua opinião pessoal muitas vezes se torna a "última palavra" sobre várias questões, fazendo com que se sinta superior ao pastor. No entanto, mesmo que sua revelação seja proveniente de Deus, ele prefere sair falando em vez de orar.
8- Com motivos impuros, o indivíduo busca se aproximar de outros. Parece desejar fazer "discípulos" e precisa de constante afirmação de seus seguidores.
9- Esse indivíduo prefere orar pelas pessoas em particular (em outra sala ou num canto isolado), para não ter de prestar contas a ninguém.
Assim, suas revelações e falsas "profecias" não podem ser questionadas.
10- Ansioso para conseguir o controle, ele reúne as pessoas e procura ensiná-las. Embora, a princípio, o ensino possa ser correto, ele apresenta "doutrinas" que não possuem fundamentos na palavra de Deus.
11- Enganando os outros com profecias carnais e falando aquilo que as pessoas gostam de ouvir, ele busca acima de tudo conseguir credibilidade. Profetiza meias verdades ou fatos pouco conhecidos, como se fossem revelações divinas, torcendo seus pronunciamentos anteriores e fazendo parecer que se cumpriram na íntegra.
12- Embora a imposição de mãos seja um princípio bíblico, esse indivíduo gosta de compartilhar um nível "mais elevado" no espírito e derrubar as paredes que prendem as pessoas, por meio da imposição de mãos.
No entanto, seu toque transmite maldição. Em vez de uma benção santa, o que ele transmite mediante seu toque é um espírito maligno.
13- Mascarando uma auto-estima deficiente com orgulho espiritual, ele deseja ser visto como a pessoa mais espiritual da igreja. Pode ser o primeiro a chorar, clamar, etc, afirmando estar recebendo uma carga de Deus. No entanto, não é diferente dos fariseus que queriam que suas boas ações fossem vistas e suas virtudes reconhecidas pelos homens.
14- Lamentavelmente a vida familiar desse indivíduo é turbulenta. Ele pode ser solteiro ou casado. Quando é casado, seu cônjuge geralmente é espiritualmente fraco, não convertido ou miserável. Esse indivíduo tem tendência de dominar todos os membros de sua casa.
Do livro "Desmascarando o espírito de JEZABEL" de John Paul Jackson
Link para Download completo do livro
http://pt.scribd.com/doc/3383971/John-Paul-Jackson-Desmascarando-o-Espirito-de-Jezabel-rev
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